sexta-feira, 29 de abril de 2011

Convite - Rev. Kennedy Peixoto

Queridos irmãos, Graça e Paz!

Escrevo para pedir àqueles que podem, que compareçam ao estudo especial sobre PREDESTINAÇÃO, no próximo sábado às 14h00m. Será um tempo de Deus maravilhoso para nós.
Neste mesmo sábado às 19h00m haverá uma reunião para tratarmos do evento beneficente de louvor no templo da 1ª IPB de Várzea Alegre com as mocidades das duas IPBS. Necessito da maior presença possível de jovens e adolescentes. Visto que uma família cristã conta conosco.

Convite aos Jovens para uma Vida de Sacrifícios

Sejamos Homens


Primeiro, quero falar aos homens. Homens, nós temos nossa função traçada, e devemos executá-la seriamente. De que adianta procurar um relacionamento com um mulher se ainda não sabemos o que significa ser um homem? Nós devemos isso às mulheres de nossa vida, nossas futuras esposas, e a Deus.
Elisabeth Elliot, uma mulher de grande respeito, escreveu para seu sobrinho Pete: “O mundo anseia por homens que sejam fortes – em sua convicção, para liderar, para permanecer firmes, para sofrer. Eu oro para que você se torne esse tipo de homem – feliz de que Deus o tenha criado como um homem, feliz de suportar o fardo da masculinidade numa época em que carregá-lo geralmente cria contendas”
Eu quero ser este tipo de homem. Tenho ainda um grande caminho a percorrer. Eu falho muito mais do que sou bem-sucedido nesta empreitada. Deixo que meu pecado, meu medo e minha preguiça me vençam. Mas quero mudar. Eu sei que Deus me fez um homem por uma razão. Não importa o que a cultura diz, ou mesmo o que algumas mulheres dizem, eu quero “carregar o fardo da masculinidade”.
Não é o caminho mais fácil. Anteriormente, eu lhe contei sobre um livro que encoraja os homens a serem passivos em seus relacionamentos. De acordo com o autor, a única alternativa a passividade é ser agressivo e dominador. Infelizmente, estes são dois caminhos que muitos homens seguem. Mas Deus quer que rejeitemos ambos. A masculinidade bíblica não é nem passiva nem rudemente agressiva. Deus nos chama para sermos servos – firmes, mas gentis, masculinos, mas cuidadosos, líderes, mas servos. Nós somos chamados para ser protetores, não sedutores.

Recado da Semana IPB (38)

Revelação que nos Deixa sem Defesa

 
Eis porque em vão resplendem tantas luzes no edifício do universo para manifestação da gloria do Criador. Tal é o brilho que sobre nós seus raios lançam! E, apesar disso, essas luzes não nos podem conduzir pelo reto caminho. É bem verdade que nos enviam certas centelhas, mas estas se apagam antes de tornar-se plena luz. Por isso o apóstolo, na mesma passagem na qual afirma que os mundos são figuras das coisas invisíveis, logo a seguir declara que é pela fé que o mundo foi construído pela Palavra de Deus. Com isso ele quer dizer que a Divindade invisível é representada pela figura do mundo, mas que os nossos olhos são incapazes de observá-la, a não ser que sejam iluminados interiormente pela revelação de Deus.
Mesmo onde o apóstolo Paulo ensina que o que se deve conhecer de Deus é revelado na criação do mundo, ele não se refere a uma revelação que o entendimento humano possa compreender; antes, ele dá a entender que essa revelação não faz mais que nos tornar inescusáveis. Embora em certa passagem o mesmo apóstolo ensine que não é preciso distanciar-nos para buscar a Deus, porque Ele “não está longe de cada um de nós, noutra passagem nos ensina a importância desta proximidade, dizendo que Deus, “nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos; contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria”. Vê-se, pois, que, embora não sendo desprovido de testemunhos pelos quais generosa e brandamente Deus convida os homens a que O conheçam, eles, entretanto, não deixam de seguir os seus próprios caminhos – isto é, seus erros, que só merecem condenação.
Sendo, porém, que nos falta a capacidade natural para obtermos o puro e claro conhecimento de Deus, todavia, visto que a causa dessa ignorância está em nós, não temos desculpa. A verdade é que não nos adianta alegar ignorância, porque nós mesmos sempre nos persuadimos da nossa negligência e da nossa ingratidão. E certamente será uma pobre e indigna defesa o homem dizer que não tem ouvidos para ouvir a verdade, quando as próprias criaturas destituídas de voz a proclamam alto e bom som! Também não pode alegar que não tem olhos para ver o que muitas criaturas sem olhos mostram! Inútil será ainda defender-se dizendo que a sua mente é incapaz de entender a verdade, quando todas as criaturas irracionais a ensinam!
Portanto, não temos desculpa por andarmos extraviados e perdidos, pois todas as coisas nos mostram o caminho certo. Contudo, ainda que essa ignorância deva ser atribuída aos homens que, em sua maldade, corrompem logo a semente do conhecimento de Deus semeada em seu entendimento pelas admiráveis obras de Deus na natureza, impedindo-a de dar bom fruto, a verdade é que não somos suficientemente habilitados pelo simples e nu testemunho que as criaturas dão da grandeza de Deus. Sim, porque, tão logo experimentamos um pouco da Divindade pela contemplação do universo, em seguida abandonamos o Deus verdadeiro e em Seu lugar erigimos os sonhos e as imaginações do nosso cérebro, como também usurpamos o louvor da justiça, da sabedoria e do poder de Deus. Acresce que, de tal maneira obscurecemos as Suas realizações diárias e as invertemos com o nosso mau julgamento, que até tomamos para nós o louvor devido ao seu Autor.

17º Tese de Lutero - Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Recado da Semana IPB (37)

Irmão e Irmã antes de Marido e Esposa


Adivinhe só: você não tem que esperar até o casamento para participar da bela harmonia do plano de Deus para ambos os sexos. O casamento não o torna um homem ou uma mulher – você já o é. E Deus quer que você pratique a masculinidade ou feminilidade agora.
Em 1 Timóteo 5.2, Paulo diz para o solteiro Timóteo tratar as jovens “como as irmãs, com toda a pureza”. Observe que ele não diz a Timóteo para tratar como “um dos rapazes”. A masculinidade de Timóteo deve ser expressa de uma forma única em relação às mulheres: ele deve vê-las como suas irmãs.
O que isso nos ensina é que os papéis de nossos sexos são importantes durante toda a nossa vida. Antes de sermos marido e esposa, somos irmãos e irmãs em Cristo que praticam juntos a definição de Deus de masculinidade e feminilidade. Homens, nós podemos praticar a liderança amável e gentil agora. Mulheres, vocês podem praticar o apoio ao justo homem de suas vidas hoje. Lado a lado podemos nos tornar homens e mulheres santos que Deus quer que sejamos.

Coisas Boas Acontecem


Voddie Baucham - A Supremacia de Cristo em um Mundo Pós-Moderno (O Problema do Mal).

A Luz de Deus e a Cegueira dos Homens


Todavia, apesar da claríssima luz sob a qual as obras de Deus são expostas à contemplação, representando o Seu Ser e a Sua realeza imperecível, tão preso à carne está o nosso espírito que não conseguimos ver esses testemunhos tão nitidamente manifestos. Sim, pois, quanto à composição do universo, quantos elevam os olhos aos céus? E dos que percorrem muitas regiões da terra, quantos se lembram do Criador? Não se põem, antes, a contemplar as criaturas, esquecidos do Criador?
Quanto às coisas que sucedem no curso comum da vida diária, não são muitos os que imaginam que são guiados pela roda do destino cego, que os faz girar e agitar-se para cá e para lá, em vez de atribuírem à providência de Deus o bom governo do mundo? E se alguma vez somos constrangidos por estas coisas a pensar em Deus (o que acontece necessariamente com todos os seres humanos), logo depois de conceber uma débil noção de uma divindade duvidosa, recaímos na loucura da nossa carne e, com nossa vaidade, corrompemos a pura verdade de Deus. É bem verdade que nisso nós somos diferentes uns dos outros. Cada um inventa seus erros particulares. Nisto, porém, somos parecidos: Todos nós nos desviamos do único Deus verdadeiro e nos deixamos dominar por nossas enganosas imaginações. Este mal não afeta somente os elementos do povo simples e inculto, mas atinge também os que noutras áreas se mostram excelentes e instruídos. Quanta insensatez, quanta tolice, tem mostrado a imensa linhagem dos filósofos! Porquanto, ainda que poupemos os outros filósofos que abusivamente erraram, que dizer de Platão, que, sendo o mais sóbrio e o mais razoável deles todos, e não estando distante da religião, perdeu-se em sua busca de um deus corpóreo – o que é impróprio e totalmente indigno da majestade divina. E que dizer dos outros, se os principais, que deveriam esclarecer o restante do povo, erram tão grosseiramente?
De igual modo, quanto ao governo das coisas humanas, é tão patente a ação da providência divina que é impossível negá-la. Mas isso não dá proveito maior do que acreditar que todas as coisas são deixadas em desordem e temerariamente dirigidas pelo destino cego. A tal ponto chega a nossa propensão para a vaidade e para o erro! Como sempre, estou falando dos que atingiram alto grau de excelência, não dos tipos vulgares, cuja loucura em contaminar e corromper a verdade ultrapassa todas as medidas.

16º Tese de Lutero - Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.

A Verdadeira Páscoa é Cristo

“Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” (Lc 22.14-15).


A palavra Páscoa (hebr. pesah), segundo os estudiosos, tem como significado “passar por cima”, sentido plenamente captado pelo termo inglês passover. Alude à redenção realizado pelo Senhor no Egito, quando o Destruidor “passou por cima” das residências cujos batentes estavam pintados com o sangue do cordeiro. A morte não alcançou aqueles lares, diferente dos descrentes e dos egípcios que tiveram seus primogênitos mortos. O cordeiro sem defeito, de um ano, deveria ser comido assado, sem quebrar nenhum osso.
Esta vítima simbolizava o Cristo que viria, especificamente, o Seu sacrifício. Na verdade, o simbolismo redentivo da Páscoa encontra seu cumprimento absoluto na real redenção operada por Jesus na cruz do Calvário. O Seu sangue foi derramado de uma vez por todas para saldar nossa dívida. Na condição de inadimplente, por causa do pecado, não havia o que homem algum pudesse fazer para, ao menos, resgatar mesmo que parte de sua própria vida. Apenas a hecatombe de toda a humanidade quitaria a dívida, “porquanto quem morreu está justificado do pecado” (Rm 6.7). Apenas a morte salda o pecado. Portanto, o que era devido a nós, nosso Senhor cumpriu. Seu sangue marca a nossa vida, como sinal de que nossa morte “já foi morrida”. Nossa condenação deu lugar à glória da vida eterna. A casa do nosso coração deve ter, em seus umbrais, a marca do sangue do Cordeiro.
Jesus manifesta o seu contentamento anterior ao seu sofrimento. A celebração da Ceia não foi uma ocasião exatamente feliz para o nosso Senhor. De certa forma, a sua agonia tem início ali. Sua euforia é devida ao fato de saber que está no sopé do Calvário. Jesus tinha a plena consciência de que morreria no dia seguinte, no sexto dia. Ansiava por consumar a sua obra e operar a salvação dos eleitos de Deus. Durante todo o Seu ministério, esperava a chegada dessa hora. Foi exatamente durante a celebração da última Páscoa que disse: “Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho glorifique a ti” (Jo 17.1). Cristo olhava para o seu ministério como o cumprimento de várias etapas que o levariam, inevitavelmente, à cruz. Portanto, reconheceu que aqueles momentos passados com Seus discípulos seriam os últimos antes de toda a Sua agonia. A transição da Páscoa para a Santa Ceia é também a transição da velha para a nova aliança. Na morte de Cristo, a nova alinça entra em vigor, garantida pelo seu sangue (Mt 26.28). Significa dizer, comparado à experiência dos hebreus escravizados no Egito, que não apenas fomos libertos, mas, também, já possuímos a terra prometida. Em outras palavras, não apenas fomos redimidos do pecado, mas já recebemos a natureza regenerada pelo Espírito Santo de Deus. O novo céu e a nova terra já estão garantidos por Cristo a nós, de forma que tão-somente aguardamos a posse da bênção completa. Diferente dos nossos irmãos libertos do antigo Egito, nós não precisamos conquistar nada. Já somos mais do que vencedores por meio dAquele que nos amou (Rm 8.37). A verdadeira Páscoa é Cristo! Devemos, como povo santo de Deus, enfatizar esta verdade, afirmando o que dizem as Escrituras. A Páscoa tem que ser, para nós, mais do que belos hinos, chocolate e bacalhau. Deve ser ocasião de trazermos à memória a maior prova de amor que o mundo já viu e verá. O único Deus verdadeiro entrega Seu Filho unigênito para o resgate de nossas almas. Dediquemos nossas vidas a Ele, mostrando gratidão consciente e proporcional àquilo que Jesus fez por nós. Louvado seja o Senhor pela Páscoa de Jesus Cristo.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Recado da Semana IPB (36)

Não Desperdice seu Púlpito

"Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. " (II Tm 4.2-4)

Se os garotos forem homens, as garotas serão mulheres?


Como abraçar o seu papel criado por Deus como homem ou mulher

A verdade é que não estamos muito certos de como devemos nos comportar. Os homens não sabem o que significa ser um homem, então se acomodam com o que é mais fácil. As mulheres não sabem o que é ser uma mulher, então acabam agindo como homens.
Jesus nos mostrou que o relato de Genesis deve ser a fundação da construção da nossa perspectiva sobre a verdadeira masculinidade e feminilidade. Quando Ele foi questionado sobre o casamento, apontou de volta para o desígnio de Deus: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’?” (Mt 19.4). Paulo fez o mesmo. Quando escreveu à igreja em Éfeso, sobre como os maridos e as mulheres deviam se relacionar, apontou seus leitores para a intenção original de Deus, que Ele revelou antes do pecado entrar no mundo (Ef 5.31).
Nos dois primeiros capítulos da Bíblia nós aprendemos que Adão e Eva foram criados em igualdade perante Deus. Em nossa cultura chauvinista, em que as mulheres geralmente sofrem preconceitos e abusos, este fato precisa ser claramente afirmado. Deus fez a mulher em igualdade ao homem em personalidade, dignidade e valor. Elas não são menos importantes ou valiosas para Deus.
Dentro do contexto de sua igualdade, Deus deu aos homens e mulheres papéis diferentes. Ele fez Adão primeiro, significando seu papel como líder e iniciador. Ele criou Eva de Adão, e a trouxe para ser sua ajudadora nas tarefas que Deus havia designado para ele. Ela foi feita para complementar, nutrir e ajudar seu marido. O maior presente de Deus para o homem foi alguém que o auxiliasse e lhe correspondesse (Gn 2.18). Isto não diminui o papel da mulher, e sim o define.
O homem e a mulher foram criados iguais, mas ainda assim diferentes. E o fato de serem diferentes é maravilhoso. Como seria chato um mundo em que o sexo oposto não fosse tão misterioso, tão intrigante e tão diferente de nós.
Deus não nos fez para copiar, mas sim completar, um ao outro. O ponto que quero mostrar aqui é que Adão não era melhor do que Eva, assim como Deus Pai não é “melhor” que Deus Filho. Pai e Filho soa iguais em essência, poder, glória e valor, mas possuem papéis diferentes; e o Filho alegremente se submete à vontade do Pai (1Co 15.28). No casamento, marido e esposa são iguais, mesmo quando a Escritura diz para a esposa se submeter a liderança do marido.
Em seu comentário de Genesis, Matthew Henry explicou isso belamente: “Eva não foi criada a partir da cabeça de Adão, para liderá-lo, nem de seus pés, para ser pisada por ele, mas sob seu braço, para ser protegida por ele, e de perto de seu coração, para ser amada”.

A Glória de Deus e a Esperança da Glória


Ora, este conhecimento não somente deve levar-nos a glorificar a Deus e a servi-lo, mas também deve despertar e fomentar em nós a esperança da vida futura. Quando nos apercebemos de que os ensinamentos do nosso Senhor, tanto sobre a Sua clemência como sobre a Sua verdade, não são exaustivos, devemos reconhecer que são apenas figuras ou amostras da realidade que ainda será plenamente revelada, no dia estabelecido por Deus para esse glorioso fato.
Por outro lado, quando vemos os bons e os inocentes carregados de aflições, atormentados por injúrias, oprimidos por calúnias, maltratados por ultrajes e humilhações, e, ao contrário, vemos os maus florescerem e prosperarem, gozando tranqüilidade e honras humanas, sem nenhum pesar, só podemos pensar na existência de uma outra vida, na qual a iniqüidade tenha seu justo castigo e o explorador seja entregue à justiça. Além disso, quando vemos como tantas vezes os fiéis são castigados pela vara do Senhor, devemos ter toda a certeza de que muito menos os ímpios escaparão do castigo divino.
Cabe-nos confessar, pois, que em cada obra de Deus em particular, e principalmente no conjunto de todas elas, as operações do Seu poder estão representados como que em telas de pintor, pelas quais toda a humanidade é convidada a tomar posse deste conhecimento e, por ele, para o gozo da suprema felicidade. E por mais claramente se manifestem as operações do  poder de Deus, muitas vezes só chegamos a entender para onde elas tendem, qual a sua importância e a que fim se destinam; até que, descendo para dentro de nós mesmos,  consideramos as maneiras pelas quais Deus manifesta em nós a Sua vida, a Sua sabedoria e o Seu poder, e exerce em nosso favor a Sua justiça, a Sua bondade e a Sua clemência.

15º Tese de Lutero - Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Romance

 

O aprofundamento do romance deve acontecer somente quando a amizade e a comunhão já estão solidificadas. Os sentimentos românticos e a pura, e não-física, expressão desses sentimentos é uma parte essencial deste tempo do relacionamento. Se Deus está confirmando a sabedoria e retidão do relacionamento, os sentimentos românticos devem ser vistos como algo bom e um presente de Deus. Nosso alvo durante a corte não é restringir nossos sentimentos de afeto e amor, mas submetê-los a Deus, para que Ele os aprofunde e os proteja.
Homem, é nosso privilégio ser aquele que inicia a expressão romântica em nossa corte. Através do relacionamento, é apropriado para nós comunicar uma genuína afeição (Rm 12.1). Mandar um email durante o dia para que saiba que você está pensando nela. Enviar cartões e escrever notas de encorajamento. Oferecer flores e dizer o quanto ela é especial. O romance não precisa ser algo chique ou refinado. As expressões mais românticas de um homem para uma mulher são as pequenas coisas que fazem com que ela saiba que está na mente e no coração dele. E lembre-se disso: isso não deve ser aplicado somente na corte. Se você se casar, terá o privilégio de continuar cortejando sua esposa pelo resto de sua vida!
Nossa regra para o que devemos e o que não devemos fazer durante a corte é a de que nós não queremos que a expressão romântica prometa mais compromisso do que estamos prontos para expressar em palavras. Ela deve crescer quando a nossa confiança em relação ao casamento cresce. O alvo é dizer a verdade sobre o relacionamento. Se a expressão romântica de um homem está muito além ou aquém de seu propósito, ela de nada adianta para a mulher.
Senhoritas, é apropriado que respondam ao romance. O alvo de vocês deve ser responder à altura das demonstrações dele, e nunca ultrapassá-las.
Recuse-se a agitar o fogo do zelo romântico até que saiba que quer se casar com aquela pessoa. Fazer isso prematuramente poderia gerar uma alegria à curto prazo, mas eventualmente irá ferir o outro profundamente. O despertar da paixão romântica sem o compromisso pode nos levar ao pecado e ao arrependimento (Ct 2.7)
Uma aplicação prática deste princípio é a hora certa de dizer “Eu te amo”. Se você sente amor pela outra pessoa, deve verbalizá-lo? Novamente, precisamos ser guiados pelo o que é melhor para a outra pessoa. Em alguns casos, dizer “Eu te amo” prematuramente pode gerar um grande mal. A não ser que estas palavras sejam sinceras e uma expressão de um verdadeiro compromisso, não possuem sentido nenhum e podem gerar muita dor. A recomendação é que estas palavras estejam atreladas ao compromisso, devendo ser ditas quando se tem a certeza de que elas valerão para sempre.

Relacionamento Precoce


“Mulheres de Jerusalém, eu as faço jurar: Não despertem nem incomodem o amor enquanto ele não o quiser” (Ct 8.4).
“A sabedoria do homem lhe dá paciência”. (Pv 19.11)
“Senhor, em ti espero; tu me responderás, ó Senhor meu Deus” (Sl 38.15)

O Coração Acima da Razão

 

É preciso observar, nesta altura, que somos convidados a buscar um conhecimento de Deus que não se confunde com o conhecimento que gira em torno de vãs especulações, mas sim o conhecimento que é proveitoso e frutífero, desde que bem apreendido. Porque Deus se manifesta por Suas obras poderosas. Quando sentimos a sua força em nós e recebemos os seus benefícios, devemos impressionar-nos mais com esse conhecimento do que com o que resulta de castelos no ar, de um deus imaginário, sem nada de Deus em nosso coração e em nossa experiência.
Daí deduzimos que não há melhor meio de buscar a Deus, que não há processo mais eficaz para isso do que contemplá-lo em Suas obras. Por Suas obras Ele se aproxima de nós, torna-se mais familiar a nós e até se comunica conosco. Não que devamos ser movidos por audaciosa curiosidade e queiramos especular sobre a grandiosidade da essência do Seu Ser. O Ser essencial de Deus devemos adorar, não pesquisar com curiosidade. A esse ponto refere-se o apóstolo Paulo, dizendo que não precisamos buscar a Deus longe de nós, visto que Ele habita em cada um de nós por Seu poder. Por essa razão Davi, tendo confessado que a grandeza de Deus é indescritível, declara que não deixará de proclamá-la. Portanto, não nos cansemos de buscar conhecer a Deus, pois esta investigação de tal modo mantém a admiração do nosso espírito que o comove e lhe inspira genuíno sentimento.

14º Tese de Lutero - Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.

domingo, 3 de abril de 2011

Treinamento em Pregação - Crato

Homilética - Treinamento em Pregação
Pr. Jilton Moraes - Doutor em Homilética
Organização: PSCE - Presbitério Sul do Ceará
Local: Igreja Presbiteriana do Brasil em Crato
Rua José Marrocos, 220
Dias: 21, 22, 23 e 24 de abril

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Evangelize

A necessidade da Igreja Cristã atual voltar-se para missões, transformando seus passivos membros em verdadeiros agentes do Reino de Deus.

Manifestações do Poder e da Sabedoria de Deus

O poder e a sabedoria de Deus também não estão ocultos.
O poder se revela claramente quando, tantas vezes, a crueldade dos ímpios, considerada fortaleza inexpugnável pelo critério humano, num momento é arrasada e reduzida a pó, sua arrogância é subjugada, todas as suas munições são destruídas, suas armas feitas em pedaços, suas forças dissipadas e seus empreendimentos postos abaixo. Caindo em confusão por sua própria impetuosidade maligna, sua audácia, que os elevava até os céus, é abatida até às profundezas da terra. Já, por outro lado, os desprezados são elevados do pó, os pobres são retirados do lixo, os oprimidos e os aflitos sofredores são libertados da sua extrema
angústia, aos desesperados é devolvida a esperança, os que são poucos e não dispõem de armas enfrentam vitoriosos os inimigos numerosos e bem armados, os fracos vencem os fortes.
A sabedoria de Deus se manifesta na administração oportuna e adequada de cada coisa, na confusão em que põe toda a sabedoria terrena, surpreendendo os astutos em suas artimanhas, e no governo do mundo, dispondo na melhor ordem todas as coisas. Vemos, pois, que não há necessidade de recorrer a longas e curiosas demonstrações, nem de juntar testemunhos numerosos para mostrar e comprovar a majestade de Deus. Porque, embora sejam poucas as provas que mencionamos, são tão notórias as evidências que, para onde quer que nos voltemos, elas podem ser observadas com os olhos e indicadas com os dedos.


13º Tese de Lutero - Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.

Recado da Semana IPB (34)

Companheirismo

Para o relacionamento ser forte, o amor a Deus deve ser a paixão em comum de seus corações. Envolve orar juntos e conversar sobre o que Deus está ensinando e mostrando.
Homem, é sua responsabilidade tomar a liderança na comunhão bíblica. Descubra como vocês poderão orar um pelo outro. Separe um tempo para conversar sobre o que Deus está lhe ensinando em sua caminhada individual com Ele.
Vocês podem ler livros cristãos juntos, conversar sobre sermões após o culto e discutir como vão aplicar aquilo que estão aprendendo.
Pergunte se a outra pessoa vê qualquer atitude ou comportamento que sejam ofensivos ou que desonrem a pessoa, aos outros ou a Deus.
O alvo é aumentar o amor e a paixão por Deus, e não a dependência emocional pelo outro; o alvo é direcionar o outro a Ele!
Um casal acabou cometendo um pecado sexual como resultado de seus grandes períodos de “oração” em seu carro. Outros usam a fachada de “conversar sobre coisas espirituais” para compartilhar detalhes íntimos sobre si mesmos prematuramente. Apesar de existir espaço para se confessar com o outro e pedir ajuda, nunca se deve compartilhar pecados de natureza sexual. Nossa fonte primária de suporte neste tipo de pecado deve ser pessoas do mesmo sexo.
Se você está começado a olhar o outro como a sua fonte principal de conforto, encorajamento e coragem, algo está errado. Lembrem-se de buscar a satisfação de sua alma somente em Deus.